segunda-feira, 19 de março de 2012

O Retorno após quase vinte anos

Junior Mendes - Nova promessa no cenário cultural pernambucano

                                                                                                                      Arquivo Pessoal
 O locutor de rádio, produtor executivo, escritor, técnico em edificações e acadêmico em direito Junior Mendes é a mais nova promessa do cenário cultural pernambucano, isso porque o rapaz esteve afastado da cena por algum tempo, e agora prepara-se para regressar em grande estilo.

Idelizador do 1o. Festival de Teatro do Paulista, quando tinha apenas 18 anos, foi criticado e desacreditado pela própria família que ressentia que o jovem, ousado e sonhador, largasse os estudos para seguir por caminhos incertos: o das artes.
Não apenas provou para a família que o que desejara não era sonho, e sim, concretização. Como também, no mesmo ano, não apenas passou na escola em que estudara, como foi aprovado na escola Técnica Estadual, mostrando com isso, que suas afinidades com as artes em nada prejudicaria seus estudos.
Mas, infelizmente acabou seguindo por outros caminhos, como desejara a família, dedicando-se apenas aos estudos.
Hoje, alguns anos depois, ele promete voltar em grande estilo: ainda para 2012 Junior Mendes irá montar a peça teatral, de sua própria autoria: A Família, que conta com a participação de doze excelentes artistas e mais cinco pessoas que compõem a equipe técnica; uma exposição fotográfica; o lançamento de dois livros e uma montagem de uma das peças de Nelson Rodrigues.
Entre o segundo semestre de 2012 e o início de 2013, ele pretende dar início as filmagens de três documentários e uma microssérie. É o que ele contou em entrevista cedida à repórter Priscylla Ingrend da Tv Tabocas, afiliada da Tv Nova Nordeste no dia 16 de fevereiro, e me confirma em entrevista exclusiva, que vocês podem conferir logo à seguir.

Vanusa Lima: Você passou algum tempo afastado do cenário cultural pernambucano. Como você ver esse retorno e o que você pretende fazer de fato para marcar sua volta?
Junior Mendes: Vejo que agora Pernambuco está acreditando melhor em seus talentos. É o caso do engrandecimento de Ipojuca e a "revolução" que está acontecendo em Goiana. É também a interiorização da cultura em nosso estado. Pernambuco tem tudo para dar certo. Bastam políticas sérias que pensem no bem estar da população. Passei algum tempo afastado das arte sim, mas não totalmente. Após idealizar o Festival de Teatro em Paulista, em 1992, eu me dediquei aos estudos das edificações pela Escola Técnica. Porém, em 1998, eu idealizei um projeto que tem tudo haver com cultura e educação, qual apresentei à antiga EMTU, bem como ao Gabinete do Palácio do Campo das Princesas. Na época, o Governador do estado era o falecido Miguel Arraes e o seu Secretário da Fazenda, era o seu neto, o atual Governador de Pernambuco, Eduardo Campos. Diante disso, iremos reapresentar o mesmo projeto, sendo que melhorado para a contemporaneidade. Espero aprová-lo agora. Deixei novamente de lado as artes para me dedicar novamente aos estudos, sendo que agora, em nível universitário. Em 2002, ingressei para o curso de Ciências da Computação, pela Faculdade dos Guararapes. Já em 2008, ingressei no curso de Engenharia de telecomunicações, pela Faculdade Maurício de Nassau. Em 2009 retornei às artes com dois projetos. Um deles é o Thokas do Som, que será reapresentado tanto ao Governo do Estado ainda em 2012, como para as prefeituras envolvidas. Já em 2011, ingressei no mundo do Direito, pela Universidade Católica de Pernambuco. Os demais projetos que estou me envolvendo em 2012, são os que te contei agora pouco.   
Vanusa Lima: Um porjeto que agrega outras prefeituras. Você pode citá-las?
Junior Mendes: Sim, claro. O Thokas do Som é um porjeto idealizado a partir dos programas de rádio, onde eu o denominei de rádio sobre os palcos e será levado a algumas cidades do interior do estado: Petrolina, Goiana, Palmares, Garanhuns, Tupantinga, Arcoverde, dentre outras.
Vanusa Lima: A peça A Família foi você quem escreveu, e finalizou-a há pouco tempo. Em que consiste o enredo da peça e quais suas espectativas com relação a ela?
Junior Mendes: Consiste na relação de uma família de interior de Pernambuco. Trata sobre os problemas familiares, com um olhar cômico, onde poderemos observar que o que acontece conosco dentre de casa tem o seu lado ilário, porém não conseguimos nos desvincular de todos os problemas, para observar melhor. As expectativas é a reflexão sobre nós mesmos e sobre a nossa relação para com os entes queridos, participantes de nossa família. No que tange família, entenda-se do conceito grego, onde fazia parte da família, todos os consanguineos e os por consideração. A iluminação será específica e também ampla. As cores de cenário e figurino serão vivas. A peça está enredada em 1842. No entando, vale salientar que na peça existe a ausência de palavrões ou insinuações pornográficas, tendo em vista que pretendo mostrar com essa peça, que é possível fazer humor sem fazer apelações do tipo.
Vanusa Lima: Você também falou de uma possível montagem de uma das peças do polêmico Nelson Rodrigues, que aliás, também era pernambucano. Você já pode adiatar algo sobre essa montagem ou ainda está em estudo?
Junior Mendes: A peça Senhora dos Afogados trata de relações de incesto, morte, violência e trama dentro de um drama familiar e mítico. A iluminação será específica. Já as cores serão vivas retratando a época de 1947, ano em que foi escrita por Nelson Rodrigues.
Vanusa Lima: Com relação aos demais projetos: a exposição, os livros, os documentário e a microssérie, você já pode nos adiantar mais informações sobre eles?
Junior Mendes: A exposição ocorrerá em Recife e tende a fazer com que os adolescentes a partir de 14 anos, possam refletir sobre sua própria língua: a portuguesa abrasileirada. Tanto no modo conotativo como no seu modo denotativo. Um dos livros é um romance policial e o outro é um romance infanto-juvenil. Os documentários, o primeiro é sobre a cultura de Pernambuco em si. O segundo sobre um escritor recifense e será gravado em Recife mesmo. Já o segundo é sobre um escritor vitoriense e será gravado em sua cidade de origem, Vitória de Santo Antão. A microssérie é sobre o relacionamento familiar e também aborda as drogas, violência e sexo na adolescência, dramas do cotidiano.
Vanusa Lima: Você me falou que existe um grupo entre atores e equipe técnica que estão sempre com você, pelo menos na maioria dos projetos. Quem são esses artistas? E qual a relevância desse grupo para seus projetos?
Junior Mendes: São atores pernambucanos e não gostaria de citar nomes agora por receio de esquecer de alguns. O nome de cada um poderá ser conferido na ficha técnica de cada projeto que eu participar e farei o máximo para que eles apareçam. Sem eles, os projetos não seriam realidade. Só posso adiantar que são talentosos - pude ver isso de perto - e que todos possuem grandes bagagens. São tão relevantes que, pretendo formar um grupo coeso, com a participação efetiva de todos os doze atores e os cinco técnicos.
Vanusa Lima: Alguns anos afastado, isso te assusta? O que você espera desse retorno e das pessoas que estão com você?
Junior Mendes: Não. Esse tempo não me assusta em nada e só espero dedicação para o que pretendemos fazer.
Vanusa Lima: Certa vez você afirmou que só trabalhava com pessoas de quem você gosta realmente. Você ainda mantém a mesma opinião? Em que isso te atrapalha ou te favorece? E por que somente com pessoas que você tem afinidade? Acredita que se for ao contrário, seu empenho em determinado trabalho não será válido?
Junior Mendes: Disse e continuo mantendo. Só trabalho onde gosto, com o que gosto e com quem gosto. Uma vez ou outra isso já me atrapalhou e em 2009, eu tive que escolher e deixei o cargo de Consultor Técnico de Infra-estrutura, na Engenharia da Regional da Claro Nordeste e a minha ex-chefe não entendeu minha posição. Alguns dizem que eu "chutei o pau da barraca", outros dizem que ela ficou "bufando" de raiva e chamou muitos palavrões. Eu nunca mais voltei lá para conferir.
Vanusa Lima: Junior Mendes por Junior Mendes. Quem é ele?
Junior Mendes: Não gosto de falar de mim nem da minha vida pessoal.
Vanusa Lima: Você já me falou de seu passado, de sua volta e de seus projetos. Que tal agora você me falar sobre a cultura pernambucana. O que está sendo feito, na sua concepção, para que seja possível abrir espaço para pessoas, que como você, estão retornando ou, aquelas que querem começar nesse âmbito cultural?
Junior Mendes: Mais eficiência dos órgão públicos em relação a cultura. Mais seriedade, mais formação. Isso está faltando muito. Os recursos ainda são muito pouco e, menos ainda se, comparados aos investimentos em outras áreas.
Vanusa Lima: Você me falou que desde cedo já escrevia, sempre gostou de escrever. Agora há pouco por exemplo, você terminou de escrever um romance policial. Já tem uma peça teatral finalizada e outras obras encaminhadas. Mas, você também conta que não é muito fã da leitura. Como você explica esse seu lado paradoxo? Ele está atrelado em tudo na sua vida ou só no que consiste ler e escrever?
Junior Mendes: Tudo na vida é paradoxo. Realmente gosto de escrever. Peça, no gênero comédia por exemplo, existe a perspectiva da trilogia de A Família. Já peça, no gênero drama existem também mais 3, todas sobre mitos. A única que não é minha e participarei é a de Nelson. 7 é um bom número. Em termos de peça encerrarei por aí. Livros existem a perspectiva de 12 obras. O primeiro já vai ser lançado, seu nome, Justosinjustos.
Vanusa Lima: Quer falar sobre ele?
Junior Mendes: Apenas um pequeno release. É sobre um triângulo amoroso entre jovens e um acontecimento trágico entre eles, um dos jovens é assassinado e o outro acusado de matá-lo. De ante mão adianto que esse jovem não é o assassino, mas é preso e acusado como tal. O enredo se passa numa cidade do interior de Pernambuco e as histórias são muito interessantes. Aguardem para conferir.
Vanusa Lima: O campo político para a área cultural está ascendendo aqui no estado, no entanto, sabemos que ainda existe uma certa "desorganização" de algumas entidades, beneficiando pricipalmente aqueles que já estão aí no mercado há bastante tempo. Você vê esse parâmetro como obstáculo para seu retorno?
Junior Mendes: Não, mas a política não está descartada, se for para melhorar a cultura. Prezo por um slogan: "Pelo direito a cultura e, pela cultura do direito! Sempre!".
Vanusa Lima: Alguns anos atrás sua família desaprovava sua escolha. Hoje, você é casado e tem três filhos. Tua esposa e teus filhos te apoiam, ou a história se repete?
Junior Mendes: Há coisas que não mudam. Minha mãe por exemplo, continua pensando o mesmo e só me apoiará quando as coisas se concretizarem de fato. Ela tem a visão que trabalho é aquele que você bate cartão todo dia e tem hora para almoço. Aquele que você tem que pegar condução para chegar lá e que sempre tem um chefe te esperando. Coisas da Amara. Já meus filhos e minha mulher acreditam sim que os projetos possam deixar de ser projetos e se tornarem realidade.

Junior Mendes terminou a entrevista deixando para todos nós que a acompanhamos, uma lição de perseverança. "Não devemos desistir de nossos ideais, mesmo que eles pareçam impossíveis, afinal, vale lembrar que tudo é possível nessa vida, basta que acreditemos e que façamos por onde", concluiu.

 Vanusa Lima da Redação da Ocaso Produções, Recife - PE

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

SELEÇÃO DE CASTING EM RECIFE















A Ocaso Produções anuncia que no dia 30 de janeiro de 2012 estará selecionando Casting para integrar elenco de peça teatral de gênero comédia.
Os interessados deverão comparecer no local indicado logo mais, no horário entre 14h e 17h para realização de Testes.
O candidato deverá escolher um fragmento de qualquer gênero para ser apresentado ao Diretor. O resultado sairá no mesmo dia, portanto, é imprescindível que o Candidato compareça ao local indicado logo mais, munidos com os seguintes documentos e informações:

- Currículo com foto (no máximo 02 laudas);
- Cópias do RG / CPF e Comprovante de Residência;
-*Comprovações dos trabalhos exercidos em eventos anteriores (preferencialmente ter exercido trabalho de ator/atriz);
- Idade Mínima 18 anos;
- Indicar se possui ou não DRT;
- Número de Manequim;
- Número do Sapato;
- Peso (recente);
- Altura;

*As comprovações devem ser feitas através de Clipagens de Jornais e/ou Revistas, bem como matérias retiradas de sites ou blogs. Preferencialmente que sejam utilizados matérias de no máximo três anos anteriores, todas em cópias simples.

Endereço para Teste:Dramart Produções - Espaço Cultural Inácia Raposo
Rua da Glória, 465 – Ilha do Leite
Pontos de referência: entre o Mercado da Boa Vista e o IMIP
Informações sobre o TESTE: 81 8725-1305 / 8728-3774Telefone da Dramart: (81) 3421-3503 (informações do LOCAL)
** A seletiva será apenas para ATORES que residam em RECIFE e REGIÃO METROPOLITANA.

Fonte: Ocaso Produtora

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Escritório Literário: Tempo para aprender e maturar o romance

Escritório Literário: Tempo para aprender e maturar o romance

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

EUA - Não São Tão Vítimas Assim


ATAQUES TERRORISTAS aos ESTADOS UNIDOS em 11 de SETEMBRO – POR QUE AS PESSOAS SÓ LEMBRAM DAS VÍTIMAS NORTE AMERICANAS? SERÁ QUE OS EUA FORAM TÃO VÍTIMAS ASSIM?
Com toda certeza, você caro leitor não está compreendendo as perguntas acima. Ou eu estou ficando maluca, ou ninguém sabe o que se passa por minha cabeça quando resolvo escrever tais palavras? Acredite, é isso mesmo o que eu queria escrever, mas não se preocupe, vou explicar.
Durante as últimas duas semanas que antecederam esse domingo, 11 de setembro, fatídico dia em que os Estados Unidos e o restante do mundo estariam voltados à Nova Iorque para celebrar todas as homenagens as vítimas do que foi considerado o maior ataque terrorista da história americana, inúmeras matérias, vídeos, notícias, surgiram na mídia. Explodiram em todos os canais, revistas, jornais... para onde você se virasse, não tinha jeito, lá estavam eles, jornalistas ou não, sensacionalistas ou não, falando dessa efeméride.
Sinceramente eu já estava ficando cansada de ver e ouvir as mesmas coisas, por isso mesmo estou aqui, escrevendo sobre o assunto.
Ora, para quem não me conhece, pensa que eu sou insensível, que não fiquei chocada com tamanho acontecimento, ou sequer lamentei pelas vítimas desse mal. Lamentei gente, e continuo lamentando, acreditem. O que eu não concordo é que os Estados Unidos façam desse acontecimento um ato totalmente sensacionalista, isso sim é que é desrespeito com as vítimas e com os parentes dos mesmos.
Antes mesmo que você me afirme: Mas eles foram vítimas, só estão querendo se proteger. Eu te digo: não é de hoje que a dita como “maior potência mundial” trata os seus, diferente dos demais. Se você nasceu lá, você é americano, é patriota, é filho da terra, aquele que vai dar a vida pela pátria, caso contrário, você não passa de um intruso, de uma ameaça, terrorista ou não, mas ameaça.
Para começo de conversa, norte americano é todo aquele que nasce na América do Norte, que compreendem os países: México, Estados Unidos e Canadá. Mas a prepotência é tanta, que norte americano na visão distorcida deles é aquele cujo nascimento deu-se em terras dos Estados Unidos. Então, por que eu devo me curvar para um país que simplesmente se acha? Se se acham muito, sabem por quê? De acordo com dados oficial do próprio governo “norte americano”, 2.996 pessoas morreram nesse atentado, incluindo os 19 terroristas. Sendo que desse total, 246 estavam nos quatro aviões seqüestrados; 125 estavam no Pentágono e ainda, desse total de mortos, a maioria estava em Nova Iorque, compreendendo as Torres Gêmeas do World Trade Center, um número aproximado de 2.606 mortos foram identificados. Um número grande de pessoas que perderam suas vidas, isso é verdade, mas devemos lembrar que essas pessoas, incluindo gente de mais de 70 países, e que estavam dentre os mortos, não se iguala as milhares de vítimas que os próprios EUA já fizeram, antes mesmo do referido atentado.
Olharmos para lá e nos sensibilizarmos com o que houve é uma coisa, mas daí fazer desse atentado algo sensacional, que transforme o governo norte americano em uma vítima potência de um sistema vingativo como o da Al Qaeda, é pedir demais.
Enquanto um país arrogante e prepotente, perdeu um número equivalente a 3.000 mil pessoas, ninguém se comove com as vítimas que eles mesmos já fizeram. É com isso que eu não concordo. Tanta sensação sobre um acontecimento que apenas acrescenta relevante perda ao país com aptidões ao bélico, como os Estados Unidos.
Quer saber? Vamos lá então. Vamos conferir quem perdeu mais ao longo de décadas semeando, contribuindo e participando com guerras em diferentes continentes... se, somente se os Estados Unidos não se envolvessem tanto com as guerras, ou não metessem o “bedelho” em assuntos dos outros, talvez suas belas torres, orgulho de uma economia, hoje não tão sólida assim, ainda estivessem lá, firmes e fortes, mas está claro o quanto desconsideraram as teorias quânticas do físico austríaco Erwin Schroedinger que resultou na solução para o Enigma dos Universos Paralelos, conhecida como Interpretação de Copenhague. Se não fizessem vítimas, talvez não tivessem vítimas.
Não é de hoje que os EUA participam de guerras, que matam ou ajudam matar inocentes, inclusive de seu próprio país. Mas nessa altura do campeonato ninguém está se lembrando disso, ou pior, não está se preocupando com isso. Mas para mostrar a todos que eu não estou sem noção alguma do que escrevo, vamos lá aos primeiros dados.
O ano foi de 1945. No mês de agosto do referido ano, os bombardeiros americanos realizaram ataques nucleares utilizando bombas atômicas sobre duas cidades japonesas: HIROSHIMA e NAGASAKI. Estes ataques resultaram em 300.000 mortes instantâneas, além de formar um número de vítimas posteriormente, devido à contaminação pela radiação.
Em 1957 teve início a GUERRA DO VIETNÃ, que durou até o ano de 1975. Nesta guerra, morreram cerca de 58.000 americanos.
Conflito militar entre KUWEIT e IRAQUE. Em 16 de janeiro, as forças coligadas de 28 países liderados pelos EUA deram início aos bombardeios aéreos em Bagdá. Estima-se que 100.000 soldados morreram; ainda, 7.000 civis iraquianos perderam suas vidas; mais 30.000 kuweitianos e 510 homens da colizão, foram mortos.
Na Guerra do Golfo Pérsico, que aconteceu entre maio de 1990 e fevereiro de 1991, houve um total de 293 americanos mortos e cerca de 100.000 iraquianos perderam suas vidas nessa guerra.
Para quem já matou tanta gente, ou já ajudou a matar pessoas, a quantidade de vítimas do 11 de setembro de 2001 parece insignificante, não é mesmo? Só não é, porque trata-se de vidas, de pessoas que covardemente tiveram suas vidas aniquiladas, mas não deixa de ser vergonhoso ver os Estados Unidos agindo como coitadinhos, quando quem são coitados mesmo, são os civis que nada fizeram, não ordenaram ou comandaram guerras, e mesmo assim foram condenados à morte, uma morte brutal.
Lamento pelas vítimas e mais ainda por seus familiares, que jamais irão esquecer esse ocorrido e tão pouco irão se livrar dessa dor profunda. Mas gostaria que pelo menos os Estados Unidos não fosse tão orgulho e admitisse que assim como ele gosta de “SE METER” em tudo, tem países que vão continuar perturbando eles. Afinal, disse Jesus Crsito para João: “Quem com o ferro feri, com o ferro será ferido”. Pelo visto, os EUA ainda não aprenderam isso.


Fonte da Imagem: www.tvcanal7.blogspot.com
Texto e Edição: Vanusa Lima

segunda-feira, 4 de julho de 2011

O Brasil da Copa e das Olimpíadas: Ele não está pronto!


Impressionante como um evento grandioso desse porte, é capaz de dispertar no público, nos empresários, nos políticos, artistas e etc, uma comoção gigantesca, com dimensões que não somos capazes de imaginar. Sediar jogos da Copa do Mundo não é para qualquer país, muitos querem, poucos conseguem. O Brasil agora integra o "hall" dos que conseguiram e digo mais, conseguiu não somente a tão sonhada e querida Copa, como também vai trazer outro evento de dimensões similares à Copa Mundial de Futebol.
Estou falando dela, das Olimpíadas de 2016. Vê que maravilha! Primeiro uma Copa Mundial e dois anos após, uma Olimpíada. O que mais queremos?
Com certeza isso não é para qualquer país, evidente que não. Mas nós, brasileiros natos, canarinhos de coração, orgulhosos que somos e confiantes acima de tudo, estamos firmes e fortes, com plena confiança, afinal, vamos sediar dois dos maiores eventos esportivos do Mundo todo. Imagem vocês, senhores leitores, quantas pessoas estarão voltadas ao nosso gigantesco país? Muitas não é verdade? Milhares... milhões... na realidade, sequer fazemos ideia de quantas pessoas. Só sabemos que são vários países, várias etnias... um hibridismo de raça e cultura. Um verdadeiro "show" de bola!

Ai, ai... quem dera que tudo fosse tão perfeito assim como parece! Ôps! Falei alguma besteira? Não meus amigos. falei a mais pura verdade. Querem ver? Vamos lá então.
Infelizmente o Brasil não está preparado para sediar dois grandes e importantes eventos como esses, mas não está mesmo. E não adianta os políticos, empresários, mídias em geral dizerem ao contrário não. O nosso país é um caos agora, será um caos amanhã e continuará um caos sempre. Não importa se esses eventos acontecerão daqui há dois, três, quatro anos... vinte anos que seja. Um país que não consegue resolver seu trânsito, vai suportar uma Copa e uma Olimpíada? Não! Um país que têm suas rodovias federais, estou falando apenas daquelas que ligam às Cidades da Copa hein, cheias de buracos - buracos não, crateras - verdadeiras crateras, buracos enormes espalhados por toda sua extensão, vai conseguir suportar o aumento no número de veículos transportando pessoas, tanto daqui, de nosso país, como os turistas que transitarão para cima e
para baixo, querendo assistir aos jogos?
Essas rodovias suportarão isso? Quem vai tapar tantos buracos assim em tão pouco tempo? Sinceramente, não sei e nem acredito nisso.
E as enchentes então? Vocês, meus caríssimos amigos leitores, já pararam para imaginar que esses eventos esportivos, geralmente acontecem em meado dos meses de Junho e Julho? E que justamente nessa época aqui no no país, estamos no inverno? Já imaginaram que o inverno no Brasil, em sua grande maioria vem carregado de muitas chuvas, causando consequentemente inúmeras enchentes?
Me respondam por favor, o Brasil consegue superar esses obstáculos até 2014 e 2016?
Claro, não estou levando em consideração a fome, a miséria, o desemprego, a saúde pública... sim, porque muitos turistas estarão aqui, circulando por todas as nossas regiões, e muitos deles, mesmo aqueles que tenham plano de saúde, seus planos não fazem cobertura no Brasil. O que isso significa? Significa dizer que se uma grande quantidade de turista passar mal nesse país tropical, lindo varonil... onde serão atendidos?
Na rede pública de saúde, é claro! Imagem a cena, se hoje já sofremos com o péssimo atendimento clínico, com a falta de médico, e a grande aglomeração, não quero nem pensar como que será em 2014 e 2016? Sinceramente, depois de tudo isso vocês ainda não se convenceram de que o Brasil não está pronto para tais eventos? Puxa vida, se vocês não se convenceram, acho melhor darem uma pesquisada em fotos, nesses grandes sites de bsuca, e olharem as imagens dos buracos, das enchentes, dos hospitais públicos, das filas nas agências de emprego, nso miseráveis embaixo das pontes, enfim, a lista é imensa. Mas, continuo dizendo: o BRASIL NÃO ESTÁ PRONTO, NEM PARA A COPA, NEM PARA AS OLIMPÍADAS!!! E tenho dito!!!


Fonte das imagens: http://pe360graus.com.br


sexta-feira, 11 de setembro de 2009

A Violência Sem Limites



Mais uma vez a violência é motivo de medo e terror nas grandes e pequenas cidades.
Sem limites, ela assusta cada dia mais.
Acabou-se o tempo em que as pessoas podiam chegar em suas residências e com segurança adentrar seus lares. Hoje, essa ação tão simplória, está tornando-se uma rotina torturosa.
Em Recife, nas principais ruas, vemos com frequência um número grande de policiais, sempre em dois ou três, estão por todas as esquinas.
Muito bom isso, até eu que sempre tive medo de não atender celular na rua, estou fazendo isso e sem medo. Claro, vejo alguns policiais, paro e atendo...depois, guardo de volta na bolsa e vou embora.
Mas o que será então que está acontecendo para que eu afirma que a violência não tem mais limites, se não o fato de que muita polícia nas principais ruas dos grandes centros, afasta de fato os marginais, entretanto esses mesmos bandidos, usurpadores da paz humana, estão de fato saindo dos centros, porém estão agindo cada vez mais perto das localidades onde habitam.
Bairros que antes não ofereciam tanto medo assim, hoje estão sendo ameaçados.
Os bandidos não respeitam ninguém e portanto não medem esforços para atingirem quem quer que seja, até seu vizinho de porta.
Bem vindos policiais novatos, mas as autoridades estão esquecendo de assegurar os subúrbios também.
Drogas, assaltos e homicídios não ocorrem somente nos centros, mas os subúrbios estão recheados principalmente de maus elementos, que se escondem da polícia, mas tem peito para atormentar um cidadão de bem, um pai de família que chega cansado da luta diária, essa mesma luta, que o faz um pagador de imposto e para quê... para esses vendedores compulsivos de drogas e assaltantes desenfreados surjam do nada e tomem tudo que aquele cidadão construiu com muito suor e sacrifício!
Basta! Se os governantes querem impressionar, demonstrando que "estão" fazendo, então que façam direito. E não livrem somente os grandes centros, mas principalmente os subúrbios, que é o local para onde eles, a escória da sociedade está agindo agora...vamos lembrar de proteger os mais necessitados, os cidadãos pagadores de impostos!!!

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Ser criança sem segurança


Como podemos proteger nossos filhos


Hoje em dia é tão difícil viver e ser criança...as limitações são tantas, a violência superior. Antigamente, num passado não tão distante assim, era possível ver crianças correndo de um lado para o outro, sem os pais se preocuparem com sequestros, com pedófilos e tantos outros crimes praticados contra o cidadão de bem, aquele que paga seus impostos em dia...aquele que vive trancafiado em sua casa, cercado de janelas gradeadas...Parar e contemplar o mar, hoje não me parece ser mais seguro...é um olho no mar e o outro no mundo...nos quatro cantos que nos rodeia. A sensação de estarmos sendo seguidos é na verdade um reflexos dos tempos turbulentos que vivemos, é o medo do bandido, a desconfiança da polícia, o andarilho solitário que desperta em nós o medo do desconhecido...e novamente vem o passado! "Não fale com pessoas estranhas", já dizia a minha avó, e essa frase está cada dia mais atual...por que será!!!
Cadê os políticos...e lembrei!!! Esse ano tem eleição e não vai demorar, logo,logo eles aparecerão prometendo mais segurança; saúde; educação, enfim...são tantas promessas...as crianças continuarão querendo sossêgo para brincar e nós, que somos pais e mães, continuaremos vigiando nossas crianças, porque está cada vez mais complicado e impossível se viver em PAZ!